Prefeitura de Juazeiro articula novo modelo para as Feiras do Bode e da Agricultura Familiar

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Prefeitura de Juazeiro articula novo modelo para as Feiras do Bode e da Agricultura Familiar

Autor: Marcio Reges

Prefeitura de Juazeiro articula novo modelo para as Feiras do Bode e da Agricultura Familiar

A Prefeitura de Juazeiro está discutindo, junto a parceiros institucionais, um novo formato para as tradicionais Feiras do Bode e da agricultura familiar no município. A iniciativa é conduzida pela Agência de Desenvolvimento Rural (ADR), que vem realizando uma série de reuniões de alinhamento com foco na organização dos eventos em 2026. Nesta terça-feira (28), […]

28/04/2026 18h15 Atualizado há 6 horas atrás

A Prefeitura de Juazeiro está discutindo, junto a parceiros institucionais, um novo formato para as tradicionais Feiras do Bode e da agricultura familiar no município. A iniciativa é conduzida pela Agência de Desenvolvimento Rural (ADR), que vem realizando uma série de reuniões de alinhamento com foco na organização dos eventos em 2026.

Nesta terça-feira (28), um novo encontro reuniu representantes de diversas instituições parceiras para debater propostas que ampliem o alcance das feiras. A ideia é ir além da comercialização durante os dias de evento, promovendo impactos duradouros na vida dos criadores e na economia local, com foco em sustentabilidade, valorização da atividade e fortalecimento das cadeias produtivas.

Entre os temas discutidos estiveram o melhoramento genético dos rebanhos, a qualidade das espécies, o fortalecimento da caprinocultura, além da feira como espaço de geração de conhecimento, negócios e valorização da identidade cultural das comunidades rurais.

A diretora-presidente da ADR destacou a importância do diálogo prévio com comissões organizadoras e parceiros. Segundo ela, o processo começou com a escuta das comunidades e agora avança para a construção conjunta de um novo modelo. “Nosso objetivo é dar uma nova roupagem às feiras, ampliando parcerias e incorporando novas cadeias produtivas, fortalecendo a economia nas comunidades”, afirmou.

A diretora-presidente da Central da Caatinga, Gisele Maria de Oliveira, ressaltou a relevância de pensar a feira como um espaço de negócios e troca de conhecimento. Para ela, o envolvimento dos participantes é essencial para manter as características tradicionais dos eventos, sem comprometer a autonomia das comunidades. “É um alinhamento entre o fortalecimento dos negócios e o futuro da caprinocultura e da agricultura familiar”, destacou.

O superintendente operacional do Banco do Nordeste, Jorge Murilo, também enfatizou a importância do diálogo. “É a partir dessas discussões que surgem as diretrizes para a realização das feiras nos distritos de Juazeiro”, disse.

Participaram ainda da reunião o secretário de Meio Ambiente, Cláudio Fernandes, além de representantes da Codevasf, Univasf, Bahiater (Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia) e Unibras.

Texto: Márcio Reges – ASCOM PMJ


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