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Pontos Turísticos

O Carnaval do Brasil começa aqui!

O Carnaval de Juazeiro nasceu entre as décadas de 1910 e 1920 e já soma mais de um século de história, tradição e identidade cultural. Desde os primeiros festejos, a folia tomou as ruas da cidade com blocos, bailes populares, desfiles e, mais tarde, batucadas que marcaram gerações e ajudaram a construir um dos carnavais mais simbólicos do interior da Bahia.

Nas últimas décadas, Juazeiro consolidou uma característica própria: antecipar a festa momesca e abrir oficialmente o calendário do Carnaval no Brasil. Às margens do Velho Chico, a cidade dá o tom da alegria, da diversidade musical e da ocupação democrática dos espaços públicos, mantendo viva a tradição enquanto se reinventa a cada ano como um grande encontro popular.

Enoturismo e turismo rural

Enoturismo e turismo rural

O Vale do São Francisco é responsável por 90% das exportações de manga e uva do Brasil. A região possui vinhedos e pomares exuberantes e duradouros graças a tecnologias de irrigação desenvolvidas localmente, que aceleram o ciclo de produção muito além do padrão de outras áreas. Esse potencial produtivo se reflete no turismo: visitantes podem percorrer rotas em vinícolas, conhecendo a produção de vinhos, espumantes e sucos, e desfrutando de degustações em meio à paisagem do Rio São Francisco, inclusive com passeios pelas suas águas. Além do enoturismo, a região oferece turismo rural e de experiência, permitindo colher frutas direto do pé e vivenciar o dia a dia do campo, em contato com a natureza.

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Fotografia: Gilson Pereira

Passeios no Rio São Francisco

Passeios no Rio São Francisco

Juazeiro oferece diversas opções de passeios náuticos que combinam lazer, gastronomia e cultura ao longo do Rio São Francisco. As experiências vão desde passeio de catamarã com degustação à vontade de cerveja artesanal produzida por uma fábrica local às travessias de navio pelo rio que levam às vinícolas e ilhas da região, permitindo conhecer de perto a produção de vinhos da área, com direito à degustação de rótulos selecionados.
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Ilhas do São Francisco

Ilhas do São Francisco

As ilhas de Juazeiro são refúgios naturais no rio São Francisco, oferecendo paisagens únicas e opções de lazer para todos os gostos. Entre as principais estão:
- Ilha do Rodeadouro (12 km do centro): favorita nos dias de sol, com diversos quiosques, área para camping e águas refrescantes do Velho Chico;
- Ilha do Fogo (entre Juazeiro e Petrolina): oásis em meio ao centro urbano, a ilha conecta os dois estados e pode ser acessada pela ponte Presidente Dutra. No espaço, é possível subir uma pequena serra que oferece visão panorâmica do rio e das duas cidades.
- Ilha Culpe o Vento (15 km de Juazeiro): ideal para quem busca tranquilidade e isolamento; o acesso é feito de barco;
- Ilha de Nossa Senhora (2 km do centro): com vegetação frondosa, boa infraestrutura e bastante procurada por banhistas.

Cachoeira do Salitre

Cachoeira do Salitre

A Cachoeira do Salitre, no distrito de Junco, a cerca de 40 km do centro de Juazeiro, é formada pelas águas do Rio Salitre, afluente do São Francisco. Suas quedas sobre rochas criam poços de águas claras ideais para banho. O acesso é pela Estrada do Alto Salitre, com trechos asfaltados e de terra. Além da beleza natural, o local tem importância histórica e cultural, já tendo sido rota de indígenas, quilombolas e tropeiros.

Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas

Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas

Localizada no coração da cidade, a Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas tem suas origens no século XVIII, na antiga 'Vila de Nossa Senhora das Grotas do Joaseiro', que deu origem à cidade atual. O local abriga a imagem de Nossa Senhora das Grotas, padroeira da região, que possui mais de 300 anos. Além disso, a Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas tem uma história que acompanha o crescimento de Juazeiro. A primeira Igreja Matriz foi criada em 1833, na Vila de Nossa Senhora das Grotas do Joaseiro, berço da cidade. Em 1854, o Padre Caetano iniciou a construção da segunda matriz, inaugurada em 1868 ainda incompleta, com os altares finalizados apenas em 1878. A primeira matriz desabou em 1887 e, em 21 de junho de 2014, a Catedral foi elevada a Santuário, consolidando seu papel como referência religiosa e histórica na cidade.

Memorial Casa da Bossa Nova

Memorial Casa da Bossa Nova

João Gilberto, nascido em Juazeiro, viveu na casa que hoje abriga o Memorial Casa da Bossa Nova, mantido pela Prefeitura por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte/Seculte. O espaço reúne fotos, discos e vídeos que contam a história do pai da Bossa Nova e do ritmo que lhe deu projeção internacional. O Memorial está localizado na Praça Imaculada Conceição (Praça da Bandeira), nº 20, Centro. O Memorial está temporariamente fechado para requalificação.

Museu Regional do São Francisco

Museu Regional do São Francisco

A Fundação Museu Regional do São Francisco é um espaço dedicado a contar a história da navegação no Rio São Francisco e das populações ribeirinhas. Instalado em um prédio histórico de 1925, o museu ocupa a antiga residência do Coronel Miguel Siqueira, conhecida no passado como o “Palácio do Coronel”. De estilo neoclássico, o casarão chama atenção por ter sido construído com cal, barro das margens do rio e óleo de baleia, além de preservar afrescos e pinturas murais originais.

O acervo, com cerca de cinco mil peças, reúne objetos de navegação, ferramentas, documentos, quadros, louças, mobílias e uma notável coleção de carrancas. Além disso, visitar o museu é como entrar em uma casa do século passado, onde cada sala mantém o clima e as histórias da vida ribeirinha. O horário de funcionamento é terça a sexta-feira das 14h as 18h.

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Fotografia: Fellipe Zaremba

Vapor Saldanha Marinho

Vapor Saldanha Marinho

O Barco a Vapor Saldanha Marinho, carinhosamente chamado de Vaporzinho, foi construído em 1871 e marcou a história como a primeira embarcação a vapor a navegar pelo rio São Francisco. Durante as primeiras décadas do século XX, fazia a rota Juazeiro–Pirapora, transportando pessoas e mercadorias entre as cidades ribeirinhas. Hoje, o antigo barco virou monumento histórico, aberto à visitação e símbolo da memória fluvial da região. Ele está exposto na Orla II de Juazeiro, às margens do rio São Francisco.

Vila Bossa Nova

Vila Bossa Nova

Instalada nos antigos casarões da Companhia de Navegação do São Francisco (Franave), a Vila Bossa Nova é um complexo gastronômico, localizado na Orla II da cidade. O espaço
revitalizou uma edificação do século XIX, preservando sua arquitetura histórica. Hoje, o local reúne bares, uma fábrica de cerveja artesanal, parque infantil, empório de produtos típicos e da agricultura familiar. Um verdadeiro ponto de encontro que combina cultura, história e lazer às margens do Velho Chico.
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Fotografia: Victor C. S. Carv. Vasconcelos/Reprodução: Instagram @victorvasconcelos1

Orla II

Orla II

Conhecida como Orla II, ou Orla Nova, essa é a área mais movimentada de Juazeiro, reunindo monumentos, espaços de lazer e boa parte da vida noturna da cidade. Nela estão o histórico Barco a Vapor Saldanha Marinho, a estátua de João Gilberto, pai da Bossa Nova, e o famoso letreiro de Juazeiro, pontos que se tornaram paradas obrigatórias para moradores e visitantes.

O trecho abriga ainda uma charmosa praia de água doce, onde é possível praticar esportes e alugar caiaques para passeios pelo rio São Francisco. À noite, o cenário muda: a Orla II se transforma em um polo de gastronomia e boemia, com bares, restaurantes e a movimentada Vila Bossa Nova.

Orla I

Orla I

Arborizada e tranquila, a Orla I é um dos cartões-postais simbólicos da cidade. Ideal para caminhadas e contemplação, a área preserva parte das antigas balaustradas da Orla e mantém viva a atmosfera do tempo em que o rio era o principal elo entre Juazeiro e o restante do sertão.

É nesse trecho que fica o bairro Angari, considerado o núcleo mais antigo da cidade. O cenário típico é composto por barcos coloridos dos pescadores em movimento dão um charme especial ao trecho. Nessa região, também está localizado um balneário, ponto de banho e lazer, e o monumento do Nego D'Água. A escultura, com mais de doze metros, representa o lendário personagem do Velho Chico.

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