Escola Estação do Saber celebra o mês dos povos indígenas

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Escola Estação do Saber celebra o mês dos povos indígenas

Secretaria de Educação e Juventude - SEDUC

Autor: Eneida do Santos

Escola Estação do Saber celebra o mês dos povos indígenas

  A Escola Municipal Estação do Saber José Carlos Tanuri encerrou, nesta quarta-feira (30), as comemorações do mês dos povos indígenas com uma Feira Indígena. Em sua segunda edição, o evento promoveu uma culminância das atividades realizadas pelos estudantes sobre o legado desses povos para a cultura brasileira.   “A valorização da cultura indígena é […]

30/04/2025 17h06 Atualizado há 11 meses atrás

 

A Escola Municipal Estação do Saber José Carlos Tanuri encerrou, nesta quarta-feira (30), as comemorações do mês dos povos indígenas com uma Feira Indígena. Em sua segunda edição, o evento promoveu uma culminância das atividades realizadas pelos estudantes sobre o legado desses povos para a cultura brasileira.

 

“A valorização da cultura indígena é um passo essencial para a construção de uma sociedade mais justa, plural e consciente da sua própria história. Durante a Feira, que já faz parte do nosso calendário institucional, os alunos tiveram a possibilidade de degustar a culinária indígena e adquirir os mais variados itens confeccionados por eles durante as oficinas que antecederam o evento”, explicou a coordenadora pedagógica, Gerlane Fernandes.

 

 

Aluna do 5º ano do Ensino Fundamental, Ane Caroline Braga Santos destacou a importância do conhecimento que adquiriu com a preparação para a Feira. “Os indígenas são muito importantes para o Brasil e na escola nós aprendemos muitas coisas sobre o seu modo de vida, a história, o artesanato e a culinária. Além disso, cada turma aprendeu a fazer um tipo de artesanato indígena para ser vendido na Feira. A minha turma fez pulseiras e o arco e flecha. Foi muito bom aprender tudo isso”.

 

Projeto Financinha

 

Na Feira, a Escola também colocou em prática o projeto Financinha. No Banco Central da Estação, os estudantes puderam fazer a troca do Real pelos ‘Trilhos’, moeda da própria escola. Com o dinheiro, os alunos adquiriram os produtos comercializados na Feira.

 

 

Texto: Eneida Trindade – Ascom/PMJ


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