Dia do Idoso é celebrado com reunião do Conselho Municipal em Juazeiro

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Dia do Idoso é celebrado com reunião do Conselho Municipal em Juazeiro

Casa dos Conselhos

Autor: Lucas Matheus

Dia do Idoso é celebrado com reunião do Conselho Municipal em Juazeiro

A Prefeitura de Juazeiro, por meio do Conselho Municipal da Pessoa Idosa (CMDI), celebrou nesta terça-feira (1º) o Dia Internacional da Pessoa Idosa, data dedicada a reconhecer a importância e o papel ativo dos idosos na construção da sociedade. Instituída pela ONU em 1991, a data é um convite à valorização da experiência e da […]

01/10/2025 12h13 Atualizado há 5 meses atrás

A Prefeitura de Juazeiro, por meio do Conselho Municipal da Pessoa Idosa (CMDI), celebrou nesta terça-feira (1º) o Dia Internacional da Pessoa Idosa, data dedicada a reconhecer a importância e o papel ativo dos idosos na construção da sociedade. Instituída pela ONU em 1991, a data é um convite à valorização da experiência e da sabedoria que cada idoso carrega em sua trajetória.

Em Juazeiro, o número de pessoas idosas é expressivo: segundo o último censo do IBGE, mais de 26 mil pessoas têm 60 anos ou mais, com destaque para mais de 600 que já ultrapassaram os 90 anos e 23 mulheres centenárias, símbolos de vitalidade e longevidade. Esses dados reforçam a força dessa parcela da população, que contribui diariamente para a vida social, cultural e afetiva do município.

Como parte das atividades, o Conselho Municipal da Pessoa Idosa realizou sua reunião ordinária, reunindo conselheiros e representantes de instituições para dialogar sobre temas que envolvem a pessoa idosa e destacar a importância da participação social deste público em diferentes espaços.

O Dia Internacional da Pessoa Idosa é também uma oportunidade de celebrar histórias de vida, conquistas e aprendizados. Em Juazeiro, a data marca o reconhecimento do valor de cada idoso e o estímulo para que a cidade continue fortalecendo o respeito e a convivência entre gerações.

 

Como se morre de velhice

Como se morre de velhice ou de acidente ou de doença, morro, Senhor, de indiferença.

Da indiferença deste mundo onde o que se sente e se pensa não tem eco, na ausência imensa.

Na ausência, areia movediça onde se escreve igual sentença para o que é vencido e o que vença. Salva-me, Senhor, do horizonte sem estímulo ou recompensa onde o amor equivale à ofensa.

De boca amarga e de alma triste sinto a minha própria presença num céu de loucura suspensa. (Já não se morre de velhice nem de acidente nem de doença,mas, Senhor, só de indiferença.)

(Cecília Meireles)

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Texto: Lucas Oliveira – Ascom/PMJ

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