Artistas celebram origem de João Gilberto e força cultural de Juazeiro na segunda noite d’A Bossa

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Artistas celebram origem de João Gilberto e força cultural de Juazeiro na segunda noite d’A Bossa

Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes - SECULTE

Autor: Larissa Brandão

Artistas celebram origem de João Gilberto e força cultural de Juazeiro na segunda noite d’A Bossa

“A Bossa Nova nasceu aqui, mas ganhou o mundo”, disse a artista visual Luísa Magaly, emocionada ao olhar o público que lotou a Orla II. Ela resumiu o sentimento coletivo da segunda noite do Festival A Bossa!: um reencontro da cidade com a própria história, com o legado de João Gilberto e com a força […]

30/11/2025 13h40 Atualizado há 3 meses atrás

“A Bossa Nova nasceu aqui, mas ganhou o mundo”, disse a artista visual Luísa Magaly, emocionada ao olhar o público que lotou a Orla II. Ela resumiu o sentimento coletivo da segunda noite do Festival A Bossa!: um reencontro da cidade com a própria história, com o legado de João Gilberto e com a força criativa que transformou Juazeiro em um território de grandes artistas.

A partir dessa percepção, a noite seguiu costurada por memórias afetivas e pela presença viva de João nas falas, nos repertórios e na emoção de cada artista que subiu ao palco. E foi Mônica Sangalo quem traduziu essa relação com a simplicidade que já lhe é marca. Abrindo a noite com um repertório dedicado ao Mestre. “Eu sempre espero coisas ótimas do público. Hoje eu me dei ao luxo de só tocar João Gilberto”, disse.

A delicadeza seguiu com Luísa Gilberto, que retornou à cidade poucos meses após cantar diante da antiga casa do pai. Agora, ao encarar um palco maior e um público ainda mais numeroso, a emoção dobrou.“Quando cheguei e vi esse palco enorme, tomei um susto. Mas é uma honra enorme ter as minhas primeiras vezes aqui em Juazeiro. É muito importante que a cidade honre a sua história e preste homenagem à Bossa Nova e ao meu pai”, contou.

A noite seguiu abrindo espaço para vínculos afetivos com João. Daniel Jobim, que chegou a Juazeiro na véspera e assistiu ao show de Menescal, disse que basta pisar na cidade para sentir a presença do amigo. “Eu sempre lembro do João aqui. Ele falava o tempo inteiro de Juazeiro”, contou. No palco convidou Loulu para um dueto que emocionou o público.

Para encerrar a segunda noite, o Quinteto Sanfônico retornou à cidade com um show produzido especialmente para o festival. Para o grupo, a sanfona não é só símbolo do Nordeste, mas também ponte para a sofisticação harmônica da Bossa Nova. “A sanfona é um instrumento universal”, explicou Rennan Mendes. “E por que não Bossa? Fizemos um repertório dedicado ao João, às harmonias, à melodia. Um show para reverenciar Juazeiro, a Bahia e o Nordeste para o mundo”.

Entre memórias, homenagens e descobertas, a noite reafirmou o lugar de Juazeiro como guardiã de um capítulo central da música brasileira, não como saudade, mas como movimento vivo, transmitido de artista para artista, de plateia para palco. O Festival A Bossa! é realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes, com apoio do Governo da Bahia, Bahiagás e Governo Federal.

 

Última noite – Hoje (30), às 19h – Orla II

19h – Alexandre Leão
Roberta Sá
Premiação dos vencedores do Festival Edésio Santos da Canção
Vanessa da Mata

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Texto: Lucas Oliveira – Ascom/PMJ

Fotos: Gilson Pereira


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