6ª edição da Feira do Bode de Juremal inicia suas atividades com oportunidades de negócios e grande estrutura de serviços

Início 6ª edição da Feira do Bode de Juremal inicia suas atividades com oportunidades de negócios e grande estrutura de serviços


Empreendedores rurais e o público em geral já podem visitar as baias, estandes e aproveitar as atrações culturais da Feira do Bode do distrito de Juremal, que está em sua 6ª edição e teve início nesta sexta-feira (13).

A estrutura do evento da Prefeitura de Juazeiro, que vai até domingo (15), conta com 54 baias, comportando cerca de 400 bodes e cabras de raças diversas e estantes com exposição e venda de alimentos da culinária tradicional, produtos da agricultura familiar e artesanatos, apresentação de pesquisas científicas e rodadas de negócios.

A prefeita Suzana Ramos esteve presente e destacou o potencial da feira. “Eu sou uma nordestina, uma sertaneja do interior. Sempre participei das feiras aqui e, hoje, depois de dois anos de pandemia, retomando esse importante evento agropecuário que tem um potencial muito importante para esse setor. Estou vendo a participação do homem do campo, eu também sou uma mulher do campo. Então assim, é uma imensa satisfação e felicidade”, declarou a gestora.

Em sua primeira vez visitando a feira, Maria Helena de Carvalho já chegou com boas expectativas para a festa. “Estou vendo um espaço amplo, um espaço agradável, com vários estandes, eu acho que vai ser um grande evento”, afirmou.

Serviços

A Feira do Bode segue neste sábado (14), no Parque J. Neves. Quem for ao local vai conferir exposições, torneio leiteiro e atrações musicais, além de ter acesso a serviços agrários e de saúde oferecidos pela Prefeitura, através do Adeap Itinerante, Saúde em Movimento e Social até Você, também presentes nos estandes.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária de Juazeiro, Assis da Apolo, a Feira do Bode confirma a viabilidade da caprinovinocultura na região. “Esse importante evento vai proporcionar aos participantes e visitantes oportunidades de negócios, troca de conhecimentos e comercialização de produtos, confirmando assim a viabilidade da caprinovinocultura por ser uma atividade apropriada ao clima do semiárido”, destacou.


Texto: Patricia Barbosa – Ascom Adeap/PMJ
Fotos: Samuel Ferreira/PMJ

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